A devolução do imóvel deveria ser uma etapa objetiva do contrato:
o imóvel é analisado, as responsabilidades são verificadas e o processo é encerrado.
Conteúdo Técnico da Base Imóvel Vistorias
Em muitas imobiliárias, a entrega das chaves segue um padrão previsível:
o imóvel é vistoriado, surgem apontamentos e, pouco depois, começam as divergências.
Na maioria das imobiliárias, a locação é vista como um processo relativamente previsível: captação, anúncio, análise cadastral, assinatura do contrato e acompanhamento mensal.
A gestão de vistorias é um dos pontos mais sensíveis da operação imobiliária.
Quando funciona bem, passa despercebida.
Quando falha, gera conflito, desgaste e judicialização.
Quem pode fazer vistoria de imóvel?
Um dos temas que mais geram confusão no mercado imobiliário é a ideia de que apenas um determinado profissional "pode" ou "não pode" realizar vistorias de imóveis.
Um dos principais focos de conflito na devolução de imóveis não está apenas no estado dos itens vistoriados, mas na forma como o relatório de vistoria é redigido.
A vistoria de saída é, disparado, o momento em que mais surgem conflitos entre locatários, proprietários e imobiliárias.
É nela que aparecem cobranças, discordâncias, retenção de caução, negativa de liberação de fiança e, muitas vezes, o início de disputas administrativas ou judiciais.
Para muitos inquilinos, o maior estresse da locação não está na entrada, mas na vistoria de saída.
Grande parte dos conflitos em vistorias de saída não nasce no final do contrato, mas sim no momento da entrada no imóvel.
Um dos maiores desgastes na gestão locatícia ocorre quando, após a vistoria de saída, a imobiliária apresenta a cobrança, o proprietário concorda — e a seguradora de fiança nega o sinistro.










